sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Fantasia (?)


E a "fantasia" fora se tornando parte. Parte integrante do todo que ele era. Ela já fazia parte dele e ele, dela. Um par perfeito.
Agora ele tinha a consciência plena de que realmente não havia nascido em vão. Ele encontrara sua razão de viver.
O sonho infantil tornara-se o sonho de outras crianças. Um ciclo dotado de uma beleza própria e natural.
Ele agora era o exemplo, o verdadeiro distribuidor de sorrisos. E como isso era bom!
Fazia-o esquecer do passado e de todas as tantas dores que vivera.
Realmente - ele descobrira - o "querer a felicidade do outro", planta em nós um grão de humanidade, que germina e se torna felicidade!

E que cresça!

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